A minha falta de atenção poderá te divertir. Ou não.
Farofeiros, farofeiras e farofeires, não gosto de barulho de ar condicionado – mas no meu prédio nem posso ter tal aparato. A parte elétrica do prédio não é bem feita acho, ou é fraca, o fato é que não pode. O prédio nem é tão velho assim, mas sofre com diversos problemas de um edifício abandonado. E constantemente minha falta de atenção me faz perder o fio da miada.
Vivemos em uma sociedade™ que exige que você seja produtivo o tempo todo. Descansar é para os fracos – principalmente se você for pobre – descansar é quase um pecado. Acho que não conheço essa música.
Mas não vou falar do fim da escala 6×1 que ainda não chegou, e comentamos no Farofeiros Cast, e fiquei irritado no FAROFANDO.
… e me perdi novamente no assunto.
Neste momento estou pensando em roteiro de jogo, pensando em vídeo curto, estudando modelos de podcasts, tentando entender como posso ser um melhor host, um melhor pai. Sem contar nas preocupações do dia a dia e sem me preocupar com as notificações do celular.
Já falei que quero escrever um livro de fantasia com ficção científica? Tenho dois livros desse mundo em mente. Que barulho é esse?

Na vida adulta nunca dancei sóbrio. Me lembro de duas vezes, uma vez na época da faculdade e outra durante uma viagem de navio – aquele que afundou na Itália inclusive. Minha organização mental me permite ser rancoroso por anos (talvez décadas) assim como me lembro das minhas últimas férias.
E tenho que me conter quando falo de outras pessoas, a fofoca até é entregue mas não posso – não devo – dizer ou apontar nomes. A ascendência afetiva da parceria que se faz casada com um leitão e uma cachaça não pode ser revogada por deus algum. Ou o Homem Aranha.
Uma inteligência artificial provavelmente poderá simular minha falta de atenção, mas não poderá experimentar a sensação de todas as experiências que tive no decorrer de mais de 40 anos vivendo em um sitcom de pouca audiência.
Meu índice de proficiência na escrita talvez me impeça de traduzir tudo o que quero. Talento e esforço são realmente importantes do jeito que se vende?
Acho que me perdi na minha falta de atenção de novo.
Onde eu tava? Ah é, eu queria ser o Rodimus Prime quando era criança, nunca gostei do Optimus.



Deixe um comentário