Não sei por que insisto em algumas coisas.
Farofeiros, farofeiras e farofeires, não sei por que insisto em certas questões na minha vida. Alguns dizem que esta seria uma das preocupações mais “humanas” que existem, mas talvez eu esteja cansado de ser humano com quem tenta me desumanizar o tempo todo.
A distância entre o que sentimos ser certo e o que acabamos fazendo pode ser frustrante. Certamente é para mim e não posso contar que quem me ataca, obviamente estas mesmas pessoas deveriam ser quem mais nos apoiam.
Sei que discordar, recusar, ou agir de forma diferente do esperado pode custar a aprovação de pessoas próximas e até relacionamentos. Mas aprendemos cedo que concordar, se conformar, é uma maneira “segura” de se viver.

Se você cresce em um ambiente onde amor ou segurança dependiam de agradar, isso se torna um reflexo automático, não uma escolha consciente… Nada que um tratamento psicológico não resolva, mas quanto tempo isso poderá levar são questões que só um bom profissional habilitado poderá prever.
Às vezes o problema não é pouca vontade, preguiça, cansaço… Mas vivemos em um mundo incerto, nem nas notícias do dia a dia podemos confiar de maneira cega, redes sociais só servem hoje para inflar egos e dar publicidade para material feito em IA.
Essa incerteza é genuína.
Assim a pressão dos outros preenche um vácuo em nós mesmos impedindo que a clareza suja. E isso pode acontecer todos os dias, em qualquer momento. E, acredite, sei que ceder agora é mais fácil. O arrependimento vem depois, quando o momento já passou – quando você encosta a cabeça no travesseiro e começa a pensar.
Não tenho uma resposta para essa questão, não sei o que se deve fazer em uma bagunça dessas… Mas sei que eu e você precisamos fazer algo.






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