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    Meta interferiu nas Eleições 2026 no Brasil

    Rodrigo Castro
    editor · farofeiros

    Empresa de Mark Zuckeberg está se metendo onde não é chamado.

    Na última semana um relatório identificou interferência da Meta, empresa estadunidense dona do Instagram, que a empresa beneficiou o candidato de extrema direita durante as eleições 2026 no Brasil. O documento aponta que a empresa quase triplica o engajamento do candidato Flavio Bolsonaro, mesmo com 17,2% menos seguidores que Lula.

    O documento também identificou discrepâncias na contagem de visualizações de vídeos em Reels do Instagram, o número de curtidas teria superado o número de visualizações – o que não faz sentido em nenhuma plataforma.

    A Meta chegou a afirmar que identificou um problema técnico afetando “algumas métricas dos vídeos” e que estariam trabalhando para resolver a situação. A falta de transparência da plataforma levanta suspeitas de interferência direta em questões políticas que podem interferir nas Eleições 2026.

    Este seria apenas mais um caso da já anunciada interferência dos EUA nas eleições do Brasil afim de eleger seu candidato favorito, que irá beneficiar os ideais e negócios estadunidenses, como o fim do PIX. Utilizando mentiras e ofuscando questões como a ligação de Daniel Vorcaro e o escândalo do Banco Master com Flávio Bolsonaro. Além disso, o candidato é filho de um condenado de tentativa de golpe concordando com o plano de assassinato do presidente Lula, Alckmin e Moraes.

    O TSE, sob o ministro Kássio Nunes Marques, não tem ajudado, suas decisões claramente prejudicam as ações de movimentos que agem contra a extrema-direita com diversas decisões que beneficiam diretamente Flavio Bolsonaro. Sempre lembrando que o ministro ganhou o cargo graças ao golpista Jair Bolsonaro, pai do opositor de Lula.

    A lista de amigos de Flávio Bolsonaro é só um dos aspectos perigosos e que é completamente ignorado pela grande mídia e agora ganha força com influência do regime de Donald Trump – que usa a Meta para atacar os meus e os seus direitos.

    Não é a primeira vez que a Meta interfere em eleições…

    Montagem digital com efeitos de alta exposição e reticular mostrando Mark Zumberg - dono da Meta - usando um dos seus óculos inteligentes - conhecidos como óculos de pervertido.

    Não importa a plataforma, elas deixaram de ser redes sociais e se tornaram ferramentas de publicidade.

    Para vender mais propagandas todas as plataformas deixam o viés social de lado para manipular dados e informações. O melhor exemplo disso pode ser visto no caso conhecido como “Facebook Files”. Frances Haugen, uma ex-gerente de produto da empresa Meta, Facebook na época, foi fonte em uma série de reportagens do The Wall Street Journal que revelou que a empresa sabia de danos na saúde mental de adolescentes, especialmente meninas, e a disseminação de desinformação e discurso de ódio.

    Os documentos também mostraram que o Facebook mantinha um sistema que protegia usuários privilegiados de suas próprias regras de moderação. A empresa de Mark Zuckeberg também eliminou sua equipe de “Integridade Cívica” após as eleições de 2020 dos EUA, o que, segundo Haugen, contribuiu para o ataque ao Capitólio nos EUA em 6 de janeiro de 2021.

    Hoje todos os presidentes de big techs, não só da Meta, sentam à mesa junto de Donald Trump. Será mesmo que eles não se ajudam? Você vai confiar no Facebook?

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