Há que se pensar, só que ao contrário.
Farofeiros, farofeiras e farofeires, as coisa continuam estranhamente ruins. Muito ruins. Neste feriado tudo tem dado errado e tudo que poderia dar bom está indo por água. Logo estou vivendo um feriado, só que ao contrário.
Não teve descanso, não teve folia, não teve trabalho (não exatamente), não consegui fazer todas as lives que queria, não consegui jogar todos os jogos que queria. No sábado engasguei com salgadinho temperado de maneira tão forte que contraturou minhas costas e me fez sentir dor por alguns dias (no momento da publicação deste texto ainda estou com dor).
Mas tudo pode piorar.
Não dormi por conta de um bando de arrombado festejando do jeito errado, no lugar errado e na hora errada. O gato decidiu que ia pular carnaval de madrugada e que eu seria o carro alegórico. Não costumo pular carnaval, nada contra, só não é minha praia… Se bem que quando era mais jovem ia sempre para a praia do carnaval, logo já estive na praia durante o carnaval. Não sei se vale como a mesma coisa, mas fica registrada a informação.

Peguei fila no supermercado com gente sem noção do que é consciência de classe, gastei mais do que deveria com besteira, fiquei mais tempo em pé do que queria… mas pelo menos experimentei a famosa salsicha empanada e posso atestar para seus devidos fins que é uma porcaria.
Até comentei aqui em casa que quando era religioso acreditava em algo parecido com karma… Agora não sei como chamar toda essa merda que insiste em cair na minha cara no exato momento em que estou olhando para cima. Isso tem afetado diretamente minha parte criativa… Vivo cansado, preocupado e coisas simples não estão saindo do papel. Fico triste de não poder – ou não conseguir – dar o meu melhor nas coisas que gosto de fazer mas, no momento, é o que temos.
Porém, surpreendentemente, o banco não enviou nenhuma mensagem.
Mas tudo, tô bem, tô feliz. Só que ao contrário.






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