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	<title>Artigos de Leandro Queiroz em FAROFEIROS</title>
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	<title>Artigos de Leandro Queiroz em FAROFEIROS</title>
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		<title>Desventuras de um quarentão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 15:03:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a href="https://farofeiros.com.br">FAROFEIROS</a> <a href="https://farofeiros.com.br">FAROFEIROS - Podcasts e blog de cultura pop, games e política</a></p>
<p>Centésimo décimo oitavo dia de uma semana qualquer, de um ano que parei de contar. Sempre com um que de mau humor e cansaço, me levanto para mais uma batalha, mas sem antes reclamar da fisgada diária da minha lombar. Mesma rotina, café, jornal, resmungo, desodorante, gravata, partida para mais um dia de duas longas [&#8230;]</p>
<p><a href="https://farofeiros.com.br/desventuras-de-um-quarentao/">Desventuras de um quarentão</a></p>
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<p>Centésimo décimo oitavo dia de uma semana qualquer, de um ano que parei de contar. Sempre com um que de mau humor e cansaço, me levanto para mais uma batalha, mas sem antes reclamar da fisgada diária da minha lombar. Mesma rotina, café, jornal, resmungo, desodorante, gravata, partida para mais um dia de duas longas horas de buzinas e xingamento. Tudo isso para mais nove horas de intermináveis relatórios, prazos absurdos em um ciclo sem fim. No final mesmo com aquela pilha de contas, tenho apenas o desejo de me afogar em algo que possa amortecer a queda de uma vida patética, normalmente cinco latas já me confortam.</p>



<p>Ligo a TV e o de sempre, jovens com suas imbecilidades das quais nunca irei entender, um ruído horroroso no qual chamam de música. Sinto asco pelo que estamos criando como sociedade e o quanto que tenho que me dedicar, para deixar tudo de mão beijada a pessoas que não tem respeito e que cultiva a imbecilidade. Continuo pulando os canais e me deparo com um canal de desenhos antigos, quando o rato acerta o gato com uma marreta, um lapso de sorriso esboça no canto esquerdo da minha boca e logo penso:</p>



<p>“Isso sim é humor de verdade”.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="750" height="400" src="https://www.farofeiros.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Desventuras-de-um-quarentao-2-BLOG-FAROFEIROS-750x400.jpg" alt="Desventuras de um quarentão - BLOG FAROFEIROS" class="wp-image-90884"/></figure>



<p>Após algumas horas de entretenimento nostálgico e álcool, me vi levantando e indo em direção ao porão, em meio a toda bagunça de ferramentas e outras tralhas eis que avisto um antigo vídeo game com alguns cartuchos. No canto oposto havia uma velha Philco 14 polegadas toda empoeirada e penso:</p>



<p>“Será?”</p>



<p>Depois de uma porca organização, conecto os aparelhos a tomada e eis que como uma fagulha numa palha seca surge o clarão e aquele ruído de 16 bits. Senti um estado de euforia que a anos não tinha e como uma criança, comecei a jogar junto a um largo sorriso.</p>



<p>Depois de algumas horas, fui buscar outro cartucho, quando ao lado vejo uma caixa de papelão semiaberta, nela estavam alguns CDs memoráveis e mais abaixo, uma jaqueta amarrotada encrostada de pin heads e pets costurados que iam desde The Clash a Discharge e diversos bottons simbolizando anarquia e antifascismo. Lembro que meu som portátil ainda funcionava e já botei um CD para tocar.</p>



<p>Entre o imaginário bate cabeça com minha jaqueta e quinze latas de cerveja depois, grito de forma visceral em sintonia com Johnny Rotten:</p>



<p>&#8220;NOOOOOOOO FUTURE FOR YOUUUUUUUUUU!!!!&#8221;</p>



<p>De repente dou uma cambaleada e derrubo algumas coisas de uma prateleira, assim que vou recolher o que havia caído, vejo a foto de uma figura sisuda, de olhar gélido ao lado de uma figura acanhada, de forma reprimida, mas ainda emanando um espírito materno. Ainda tenho as cicatrizes em minha mente:</p>



<p>“VAGABUNDO, INÚTIL… VOCÊ NÃO SERÁ NINGUÉM. VOCÊS JOVENS SÃO A ESCÓRIA”</p>



<p>Olho para um espelho rachado, refletindo minha alma e reverberando cada vez mais alto:</p>



<p>“ESCÓRIA, INÚTIL, VAGABUNDO”</p>



<p>“ESCÓRIA, INÚTIL, VAGABUNDO”</p>



<p>“ESCÓRIA, INÚTIL, VAGA”</p>



<p>“TRIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMM”</p>



<p>“TRIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMM”</p>



<p>Acordo no quarto toque, porém o telefone parou de tocar, na TV algum anúncio de joias passando e percebo que estava sonhando. Lembrei que era mesmo um sonho, já que boa parte daqueles objetos foram vendidos há anos, logo em que fui expulso de casa pela minha “subversão”.</p>



<p>Penso no homem amargo que me tornei, culpando uma geração que assim como a minha, tem seus sonhos esmagados por gerações frustradas por outras gerações, em um ciclo interminável da destruição de sonhos e revoluções pelo arcaico sistema nos quais criamos para o seu futuro, enquanto nos embebemos de um glorioso passado ao qual não tem mais retorno e que existe apenas em nossas lembranças.</p>



<p>Ainda posso viver em uma nostalgia, mesmo que falsa para alentar o pouco do que ainda sobra em uma alma destruída, porém não devo compartilhar e sim deixar que a juventude siga em frente sem meus espinhos ideológicos, pois sou apenas o passado.</p>
<p><a href="https://farofeiros.com.br/desventuras-de-um-quarentao/">Desventuras de um quarentão</a></p>
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		<title>Não há loucura no diamante brilhante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 03:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a href="https://farofeiros.com.br">FAROFEIROS</a> <a href="https://farofeiros.com.br">FAROFEIROS - Podcasts e blog de cultura pop, games e política</a></p>
<p>Desde a tenra idade, fui criado em um ambiente de música. Em casa havia pilhas e pilhas de vinis tanto herdados quanto adquiridos no decorrer de minha vida. Hoje digo que me rendi ao Streaming tanto pela facilidade, quanto pela gama de bandas das quais adoro como novas que vou descobrindo. Mas velhos hábitos e [&#8230;]</p>
<p><a href="https://farofeiros.com.br/nao-ha-loucura-no-diamante-brilhante/">Não há loucura no diamante brilhante</a></p>
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<p>Desde a tenra idade, fui criado em um ambiente de música. Em casa havia pilhas e pilhas de vinis tanto herdados quanto adquiridos no decorrer de minha vida. Hoje digo que me rendi ao Streaming tanto pela facilidade, quanto pela gama de bandas das quais adoro como novas que vou descobrindo. Mas velhos hábitos e gostos sempre estão no meu dia a dia a exemplo do <a href="https://www.farofeiros.com.br/40-anos-de-dark-side-of-the-moon/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pink Floyd</a>, banda da qual admiro e considero a maior banda de rock do século 20 (até o The Wall) mas que sempre me fascinou em seu momento inicial.</p>



<p>Jovens com menos de 30 anos, alguns apenas observando, outros dançando em completo estado de transe, estranhas melodias repetitivas e duradouras, efeitos de luz psicodélicos utilizando um preservativo esticado com respingos de tinta sobre um projetor, assim era a cena Underground nas noites de sexta na UFO Club localizada em Londres nos anos 66/67</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="750" height="400" src="https://www.farofeiros.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Nao-ha-loucura-no-diamante-brilhante-Syd-Barret-Pink-Floyd-Blog-Farofeiros-2-750x400.jpg" alt="Não há loucura no diamante brilhante - Syd Barret - Pink Floyd - Blog Farofeiros" class="wp-image-86528"/></figure>



<p>É neste período que temos uma das figuras mais complexas, apaixonantes, obscura e reverenciada não só por fãs anônimos, mas por personalidades que foram influenciadas por sua música que chocavam a todos, até mesmo amantes do rock. Com uma Telecaster espelhada, um amplificador Selmer no máximo e um isqueiro Zippo, Syd Barret deu à luz a dois subgêneros do rock, influenciando dezenas de artistas: o Rock Psicodélico e o Space Rock. Havia claro quem odiasse e foram muitos, assim como foi e sempre serão os artistas a frente de uma nova geração.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>I want to ask one fundamental question. Why must it all be so terribly loud?</p>
<cite><strong>Hans Keller – The Look of the Week &#8211; BBC 1967</strong></cite></blockquote>



<p>Dotado de grande criatividade, &nbsp;os primeiros singles de sucesso (Arnold Layne e See Emily Play) e oito das onze músicas de The Piper at the Gates of Dawn foram escritas e compostas exclusivamente por Barret e duas com sua participação, sendo apenas Take Up Thy Stethoscope and Walk criada por Waters. Até mesmo no segundo álbum (A Saucerful of Secrets) ele contribuiu com Jugband Blues no qual ele já estava fora da banda.</p>



<p>Syd Barret saiu do Pink Floyd, mas o Pink Floyd nunca saiu de Syd, sendo o disco Wish You Were Here praticamente é uma ode a Syd e o personagem Pink de The Wall, no qual traços de sua personalidade foram baseados nele segundo Waters.</p>



<p>Inúmeros são os relatos, assim como é visível em vídeos do clipe promo Jugband Blues e Apples and Oranges no programa American Bandstand de Dick Clark sobre seu estado mental. Barret foi um consumidor constante de LSD e outras drogas como Mandrax e sua personalidade e performance mudou de forma abrupta em meados de 1967. Depois de inúmeros incidentes em shows, principalmente na fatídica turnê nos EUA, Syd foi sendo deixado de canto e substituído por David Gilmour, algo que aliás inicialmente a banda escondia de Syd inicialmente, mas que foi ocorrendo de forma orgânica, tendo em vista que ele já estava em um estado mental visto inúmeras vezes em estado catatônico. Outra percepção de sua mudança são em relação as letras e melodias compostas após The Piper at the Gates of Dawn, Jugband Blues foi incluída, porém Vegetable Man e Scream Thy Last Scream foram excluídas pois seriam muito “sombrias” para serem incluídas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>In my paisley shirt I look a jerk / And my turquoise waistcoat is quite out of sight/ But oh oh my haircut looks so bad / Vegetable man how are you?</p>
<cite><strong>Vegetable Man – Pink Floyd</strong></cite></blockquote>



<p>Fora do Pink Floyd, lançou dois álbuns em 70 (The Madcap Laughs e Barrett) ambos apoiados por membros do Pink Floyd, na tentativa de ajudá-lo, porém parecia tarde. Suas músicas refletiam angústia, decepções, algumas até animadas como Effervescing Elephant, porém ali temos o que passava na alma de Syd. Os álbuns tiveram uma certa recepção, mas nada daquele espírito inovador e cativante de sua era de ouro.</p>



<p>Muito se especulou de Barrett sobre sua saída repentina, seu estado mental e sua reclusão até a morte em julho de 2006, sendo o mais citado por todos que ele sofria de Esquizofrenia agravado pelo consumo excessivo de drogas. Sua irmã com qual ele morava disse que ele nunca sofrera de algum transtorno mental, que ele nunca havia sido internado ou até mesmo medicado para tais perturbações. De fato era algo a se pensar, nunca houve um diagnóstico por um médico especialista e foi provado que ele nunca ficou internado em nenhuma instituição para tratamentos mentais ou algo semelhante, então o que pode ter ocorrido com Barrett?</p>



<p>Me deparei então com um <a href="https://www.clinicalneuropsychiatry.org/clinical-neuropsychiatry-volume-12-issue-3-june-2015/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">artigo bastante interessante de um jornalista italiano Mario Campanella&nbsp;</a>(CAMPANELLA, 2015)&nbsp;na qual fez uma pesquisa &nbsp;bastante minuciosa onde verificado que realmente não há nenhuma evidência concreta de que Syd sofria de Esquizofrenia, que aliás é reforçado apenas por Roger Waters. Segundo pesquisa e publicações dos livros Madcap: the half-life of Syd Barrett, Pink Floyd&#8217;s Lost Genius de Tim Willis e A Very Irregular Head: The Life of Syd Barrett de Rob Chapman, tendo em vista o comportamento de Syd desde sua infância e baseado em relatos de amigos e familiares coletados e descritos por familiares é que Syd poderia sofrer de Síndrome de Asperger, que poderia explicar alguns de seus comportamentos inclusive a sensibilidade auditiva e visual, que pode ter colaborado para sua criatividade e ao mesmo tempo, afasta-lo de uma vida tumultuada de shows e entrevistas constantes. Outra causa que pode refutar a conclusão sobre a Esquizofrenia é o fato de Syd nunca ter sido internado e nem mesmo medicado, ao contrário, levava uma vida comum inclusive visitando galerias de arte, pintando e fazendo jardinagem, inclusive conversava com pessoas. Somente duas coisas eram peculiares a ele, a reclusão e nunca falar sobre ou mesmo procurar o Pink Floyd.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img decoding="async" width="750" height="400" src="https://www.farofeiros.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Nao-ha-loucura-no-diamante-brilhante-Syd-Barret-Pink-Floyd-Blog-Farofeiros-3-750x400.jpg" alt="Não há loucura no diamante brilhante - Syd Barret - Pink Floyd - Blog Farofeiros" class="wp-image-86529"/></figure>



<p>Sobre o seu comportamento errático e muitas vezes fora de sintonia com a realidade, pode ter sido ocasionado pelo uso excessivo de drogas, inclusive com relatos de uso involuntário, no qual pessoas que o seguiam e o veneravam colocavam LSD no chá sem seu consentimento e fornecia a Syd, naquela época alguns acreditavam que o LSD abria as Portas da Percepção e todo este excesso pode ter sido crucial para um colapso mental.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Now there&#8217;s a look in your eyes / Like black holes in the sky / Shine on, you crazy Diamond</p>
<cite><strong>Shine On You Crazy Diamond &nbsp;– Pink Floyd, Wish You Were Here</strong></cite></blockquote>



<p>Independente do que possa ou não ter ocasionado a saída de Syd o que posso concluir é que Syd foi e sempre será a alma do Pink Floyd, na qual muitos tiraram proveito de sua criatividade e de sua imagem inclusive faturando milhões e claro que a banda queria alçar voos mais altos e Syd era uma pedra no caminho. Este ano estreia mais um de dezenas de documentários sobre Syd , Have You Got It Yet? estreia ainda neste semestre e confesso que estou ansioso para assisti-lo.</p>



<p>Syd Barrett não foi um Diamante Louco que brilhou, mas sim um Diamante Criativo que brilhou imensamente, porém ofuscado pelas drogas, gruppies e pelo massacre do showbiz.</p>
<p><a href="https://farofeiros.com.br/nao-ha-loucura-no-diamante-brilhante/">Não há loucura no diamante brilhante</a></p>
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		<title>Kombi Nação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 13:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Contos da Vila Olímpia]]></category>
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<p>Bem vindo ao país do futuro, bem vindo à Kombi Nação! Entre os anos 60 e 80 o país ainda se encontrava em um regime ditatorial, com restrições à importação de produtos. Na selva de pedra que conhecemos como Kombi Nação, a alimentação era bem restrita, eram caçados e utilizados na alimentação o animal popularmente [&#8230;]</p>
<p><a href="https://farofeiros.com.br/kombi-nacao/">Kombi Nação</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://farofeiros.com.br">FAROFEIROS</a> <a href="https://farofeiros.com.br">FAROFEIROS - Podcasts e blog de cultura pop, games e política</a></p>

<h2 class="wp-block-heading">Bem vindo ao país do futuro, bem vindo à Kombi Nação!</h2>



<p>Entre os anos 60 e 80 o país ainda se encontrava em um regime ditatorial, com restrições à importação de produtos. Na selva de pedra que conhecemos como Kombi Nação, a alimentação era bem restrita, eram caçados e utilizados na alimentação o animal popularmente conhecido como Kombi. Era um animal barulhento e lento oriundo da nossa fauna que domesticados, podia-se extrair o pastel e o caldo de cana, alimentos essenciais para os nativos, eram sempre encontrados em feiras itinerantes ou em locais no meio da selva. Além da alimentação era um ótimo meio de transporte, carregando pessoas e até mesmo cargas. Era o que tínhamos disponível naquele período e nos virávamos muito bem.</p>



<p>Este cenário mudou no início dos anos 90, quando o chefe das tribos unidas disse que nosso estimado animal era ultrapassado e decidiu então abrir a importação de novos seres a esta terra. Com isso foram trazidos das longínquas terras Asiáticas dois animais que revolucionariam as tribos. O primeiro deles foi a Besta, animal de grande porte nascido para o transporte de pessoas, era muito mais confortável e silencioso logo foi adotado como principal condução, especialmente dos estudantes das tribos. </p>



<p>O segundo era um animal bem menor e estranho, conhecido como Towner, porém este causou uma revolução na alimentação dos nativos, dele era extraído o que foi o principal alimento de todas as tribos, o cachorro-quente.&nbsp;Diferente da Kombi, era um animal extremamente versátil e de fácil reprodução, logo dominou toda a fauna Paulistana, em portas de baladas, escolas, faculdades, em todos os lugares era a febre culinária do momento O número de reproduções era tão alto que logo canibalizou nossa espécie nativa a Kombi.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="400" src="https://www.farofeiros.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Kombi-Nacao-Blog-Farofeiros-2-750x400.jpg" alt="Kombi Nação - Blog Farofeiros" class="wp-image-86095"/></figure>



<p>Os anos foram se passando e mais iguarias foram criadas do versátil e pequeno animal, mini-pizzas, churros, coxinhas e batatas-frita mas, ainda assim o cachorro-quente era o carro chefe. Tudo parecia bem, todas as tribos estavam felizes exceto uma, os farialimers. Uma tribo elitista localizada no centro da floresta, os farialimers destruíam tudo o que via pela frente, habitando ocas imensas de vidro e pedra, eram reconhecidos por suas vestes compostas por camisas sociais azul, coletes acolchoados, jeans e sapatênis, andavam em bandos com seus patinetes elétricos e odiavam as demais tribos, mas especialmente a culinária destas tribos.</p>



<p>A partir dos anos 2010, viram uma oportunidade de erradicar a culinária popular da selva, em um acordo com as tribos de Kombi Nação, os Madalenas, Jardins e Morumbis, criaram um plano já adotado em sua infraestrutura e agora adaptada a alimentação. A gentrificação era um modo de convencer e forçar todas as tribos a transformar toda culinária básica. Logo foram trazidos direto da cultura gentrificadora os food trucks, animais pomposos oriundos de nações ricas, forneciam uma imensa gama de alimentos como hambúrgueres, yakisobas, temakis, bolos de pote, saladas, sorvetes, cervejas, etc. </p>



<p>Porém estes eram chamados de gourmets ou artesanais adjetivos adotados pela Gentrificação com objetivo de cobrar o triplo do que valem. Logo se iniciou a caçada, primeiro com a proibição de importar as Towners e classificá-las como pragas e assim foram sendo exterminadas. No caso da Kombi, foi decretada a proibição de procriação da espécie, sendo o último nascimento em 2014. Logo espalhou-se por todos os cantos da selva os food trucks, forçando as tribos mais pobres trabalharem dobrado, para consumir metade da alimentação que antes tinham.</p>



<p>Hoje em 2023 existem pouquíssimas Towners em alguns pontos das tribos, mas já no fim de suas vidas. Já as Kombis sempre foram animais mais duradouros, porém as nações estrangeiras viam a Kombi como um animal exótico e logo virou uma febre a compra destes animais. Muitos são exportados e outros são adquiridos pelas tribos elitistas para serem expostos em feiras de exibição e trancados em espaços escuros e apertados. Pouquíssimas são vistas em feiras das tribos populares resistindo ao tempo .</p>



<p>Não sabemos qual será o futuro alimentar das tribos da floresta Paulistana hoje sob domínio de tribos de alto poder aquisitivo e péssimo gosto, mas uma coisa é certa, num futuro não muito distante, o pastel com caldo de cana será apenas uma página de um livro de história.</p>
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		<title>Gratidão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 11:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Contos da Vila Olímpia]]></category>
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<p>Gratidão é o segundo episódio de Contos da Vila Olímpia. Como prometido, este ursinho carinhoso lhe trás mais uma história que permeia as mentes ativas e liberais de nossos amiguinhos de colete puffer e sapatênis que habitam esta selva de pedra. Otaviano é um gerente de uma posição estratégica em sua empresa, todos os dias [&#8230;]</p>
<p><a href="https://farofeiros.com.br/gratidao/">Gratidão</a></p>
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<p>Gratidão é o segundo episódio de Contos da Vila Olímpia. Como prometido, este ursinho carinhoso lhe trás mais uma história que permeia as mentes ativas e liberais de nossos amiguinhos de colete puffer e sapatênis que habitam esta selva de pedra. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Otaviano é um gerente de uma posição estratégica em sua empresa, todos os dias segue à risca seu ritual matinal que consiste em preparar três cápsulas de mochaccino em sua máquina expressa, para encher seu copo Stanley munido de uma barrinha energética, mas antes claro despede-se de sua esposa e filhos que serão levados para a escola, ir ao trabalho, voltar para casa, jantar assistir ao Jornal Acentos nos Ús e dormir.</p>



<p>Porém Otaviano não sabia o que o aguardava neste dia fatídico de uma quarta-feira. Ao acordar pela manhã, descobre que sua esposa havia esquecido de pedir a empregada para repor suas capsulas de Mochaccino haviam acabado e que só lhe restara as de Latte Macchiato, frustrado saiu de casa bufando sem ao menos se despedir de sua família. Chegando ao seu veículo, descobre que ao dar partida seu SUV não liga, Otaviano havia esquecido a luz interna ligada e a bateria descarregou. Puto da vida e atrasado, ele tenta pegar um Uber e mais uma vez a crueldade deste universo conspira contra nosso personagem, não havia sequer um Uber Black disponível e ele foi obrigado a pedir a versão básica. Preso no transito naquele veículo sem bancos de couro e irritado, Otaviano liga seu notebook para tentar trabalhar, pois hoje teria de entregar um importante relatório que seria feito pelos seus funcionários e eis que ele recebe um e-mail da equipe dizendo que o relatório irá atrasar. Um dos colaboradores havia se acidentado de moto e que estava em estado grave. Tentando se acalmar ele dá um gole em seu Latte Macchiato e foi aí que ele derramou em sua camisa uma talagada do liquido, pois rosqueou a tampa errada. Extremamente puto ele começa a ter um acesso de fúria dentro do Uber e aos berros dizendo que hoje não era seu dia.</p>



<p>Enfim chegando ao trabalho, Otaviano suspira aliviado, porém, ainda nervoso e adentra ao prédio, mas o dia não acabou para o nosso mártir, logo depois de descobrir que esqueceu seu crachá e teve de esperar intermináveis 3 minutos para sair um provisório, ele descobre que apenas o elevador de serviço está funcionando. Ao entrar no elevador ele depara-se com João, faxineiro da empresa que o cumprimenta com um sorriso, mas depois de tantas tragédias assolarem seu dia Otaviano grita com o faxineiro dizendo tudo o que ocorrera com ele desde o despertar até a chegada ao trabalho. Então José começa a contar-lhe sua vida diária.</p>



<p>Todos os dias, José acorda as 03:30hs junto com sua esposa que trabalha na copa de outra empresa, ambos tomam um gole de café e dividem um pão com manteiga e saem para pegar o primeiro de três ônibus as 04:00hs para chegar às 7:30hs ao trabalho. Seus filhos vão para a escola junto com a vizinha que os leva. João estava com seu uniforme e sua marmita fria, pois a empresa não disponibilizava micro-ondas para aquecê-la e João mal tinha dinheiro para comprar comida, quanto mais comprar uma marmiteira elétrica. João morava em uma área de risco e seu sonho sempre foi juntar um dinheirinho e comprar uma casinha na comunidade, fora da zona de risco, mas faltava muito para isso acontecer.</p>



<p>Otaviano pergunta para João como ele aguenta tudo isso com um sorriso no rosto e ele responde que sempre é grato por pelo menos ter um teto e um prato de comida na mesa para sua família, que sua situação poderia ser pior como de muitos brasileiros.</p>



<p>Otaviano chocado com tal história começa a refletir e percebe quão dura é a vida de João e se identificou com as dificuldades de João que segundo ele, são tão pesadas como as dele e mesmo assim ele é grato pelo que tem.</p>



<p>E assim, Otaviano acorda todos os dias grato ao universo e sempre que possível, inspira outros colaboradores com sua história de superação e o quanto devemos ser gratos pelo que temos, mesmo se houver apenas Latte Macchiato ou se o relatório atrasar 30 minutos devido ao seu colaborador estar em coma após o acidente de moto.</p>



<p>Vocês se perguntam como está o João? Duas semanas depois deste encontro, João perdeu tudo em um deslizamento de terra após uma chuva torrencial. Otaviano assistiu a tudo no Jornal Acentos nos Ús e diz:</p>



<p>&#8211; Também, quem manda morar em zona de risco?</p>
</blockquote>



<p>Até mais meus amores e gratidão!</p>
<p><a href="https://farofeiros.com.br/gratidao/">Gratidão</a></p>
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		<title>Puta Case de Sucesso Meu!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jun 2023 13:36:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Contos da Vila Olímpia]]></category>
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<p>Puta Case de Sucesso Meu é o episódio de estreia de Contos da Vila Olímpia. Toda semana este lindo ursinho trará a vocês histórias horripilantes de superação, positividade e alinhamento quântico. São casos de sucesso que permeiam os pulsantes escritórios deste bairro tão cheio de alegria, patinetes elétricos e self-service de R$ 200 o quilo. [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Puta Case de Sucesso Meu é o episódio de estreia de Contos da Vila Olímpia.</h2>



<p>Toda semana este lindo ursinho trará a vocês histórias horripilantes de superação, positividade e alinhamento quântico. São casos de sucesso que permeiam os pulsantes escritórios deste bairro tão cheio de alegria, patinetes elétricos e self-service de R$ 200 o quilo. Elas poderão ser contadas por mim, ou por terceiros, porque terceirizar é o que há.</p>



<p>Hoje nosso convidado é o Coach Enzo Mangia Cazzo e nos contará sobre um case que presenciou esta semana. Fique com Puta Case de Sucesso Meu.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="400" src="https://www.farofeiros.com.br/wp-content/uploads/2023/06/BoJack-Horseman-Blog-Farofeiros-750x400.jpg" alt="BoJack Horseman - Blog Farofeiros" class="wp-image-85805"/></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Recentemente, tive uma puta experiência meu uma viagem de trem pela Sampa City. Enquanto observava o move dos passageiros, deparei-me com um vendedor de balas Halls meu, aquilo me chamou à atenção.</p>



<p>Esse vendedor, tá ligado meu, com seu jeito maroto de abordar seus customers, trouxe uma dose extra de criatividade e diversão ao seu job. Ele começou latindo a palavra &#8220;Halls&#8221; de forma animada e contagiante meu, chamando a atenção de todos ao seu redor. Em seguida, ele explicou com um sorriso no rosto, disse que não sabia falar apenas latir. E mais uma vez, soltou um latido divertido: &#8220;Halls!&#8221;</p>



<p>Essa pequena ação do vendedor meu despertou sorrisos e risadas em todo mundo meu, transformando um momento rotineiro em algo memorável. Seu Know How destacou-se em meio ao cotidiano acelerado e trouxe um brilho de alegria e descontração ao ambiente meu.</p>



<p>Esse puta case simples me fez refletir sobre a importância da criatividade e do endurance em nosso cotidiano meu, especialmente no mundo de business. Muitas vezes, somos desafiados a à utilizar nosso Design Thinking criando ações inovadoras de nos destacar e chamar a atenção em meio a uma puta concorrência acirrada meu.</p>



<p>Assim como esse vendedor tá ligado, podemos buscar formas criativas de apresentar nossos Products and Services ou até mesmo nossos Skills. Ao pensar fora da caixa e abraçar a originalidade, podemos conquistar a atenção e o interesse de nossos Stakeholders meu!!!</p>



<p>Além disso, a persistência do vendedor em seu loop action demonstra que não devemos desistir diante dos desafios meu. Mesmo que algumas tentativas unsuccessfuls, devemos continuar buscando alternativas e aprimorando nosso approach meu.</p>



<p>Essa história me inspirou a levar mais criatividade e persistência não só para o meu trabalho meu, mas tive que dar um shared na minha palestra da qual motivo pessoas a alinharem seus Knowledge and Skills na vibração correta. Só esta semana ajudei 200 colegas demonstrando cases assim meu, por apenas R$ 1.500 sem Coffee Break.</p>



<p>Nos bastidores, descobrimos que Enzo Mangia Cazzo recebeu uma notificação com esta história no Linkedin, enquanto dirigia sua BMW. Questionado sobre, Enzo saiu correndo, tropeçou em uma lixeira e saiu em disparada até o elevador e infelizmente não conseguimos alcançá-lo, na verdade nem queríamos.</p>
</blockquote>



<p>É isso aí colaboradores, esta foi uma divertida história de como a humilhação de ter de imitar um animal em um trem lotado para conseguir sobreviver. Tornou-se uma história inspiradora para aquele seu Gestor motivar você ter um burnout, enquanto ele come casquinha de siri em Ubatuba.</p>



<p>Até mais meus amores.</p>
<p><a href="https://farofeiros.com.br/puta-case-de-sucesso-meu/">Puta Case de Sucesso Meu!</a></p>
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